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CALL FOR PAPERS


Chamada de artigos para o dossier do número de julho de 2019

“Trabalho e cooperação”

Data limite de envio de propostas de artigos: 28 de setembro de 2018

Editores responsáveis pelo dossier:

Jussara Brito (Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) - Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca)

Letícia Pessoa Masson (Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) - Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca)

Cirlene Christo (Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Instituto de Psicologia)

Marcelo Figueiredo (Universidade Federal Fluminense (UFF) - Escola de Engenharia)

Paulo César Zambroni-de-Souza (Universidade Federal da Paraíba (UFPB) - Departamento de Psicologia e Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da UFPB)

Os artigos serão publicados numa das línguas da revista (português e espanhol). No entanto, os resumos das propostas, bem como os textos enviados para avaliação, podem ser redigidos em francês ou em inglês. Os autores serão responsáveis pela tradução para português ou espanhol, de acordo com o resultado da avaliação e as sugestões propostas pela Direção da Laboreal.

Calendário:
28 de setembro de 2018: data limite para recebimento das propostas com título, resumo (máximo de 500 palavras) e cinco referências bibliográficas (através do endereço eletrónico: laboreal@fpce.up.pt).
15 de outubro de 2018: data limite para informação aos autores sobre os resultados da avaliação dos resumos.
10 de dezembro de 2018: data limite para recebimento dos artigos completos.
28 de fevereiro de 2019: data limite para informação aos autores sobre os resultados da avaliação do seu artigo.
15 de abril de 2019: data limite para recebimento da versão final do artigo, em espanhol ou português.

As propostas devem estar relacionadas com a problemática definida em baixo.

“Trabalho e cooperação”

Se os seres humanos são o resultado de um processo histórico e não o produto de um plano pré-estabelecido, cabe destacar a importância das ações cooperativas para sua preservação ao longo desse processo. Um percurso em que o trabalho, como um elemento constitutivo de nossa espécie, tem nessas ações um fator decisivo.

Inúmeras experiências já atestaram os aspectos positivos da cooperação em suas várias dimensões, realçando a sua importância na sustentação da produtividade/qualidade e de preservação da saúde e segurança no trabalho. Materiais produzidos a partir das Clínicas do Trabalho nos permitem afirmar que diante da coordenação (prescrita) os trabalhadores mobilizam, no curso da atividade, entre outras capacidades, a cooperação, engendrando formas coletivas e criativas em face das demandas que se apresentam nas situações de trabalho. Entretanto, em uma conjuntura na qual se disseminam de modo acentuado tanto relações contratuais como formas de gerenciamento do trabalho flexíveis, e não raro precárias, constata-se o agravamento de um quadro potencialmente nocivo à saúde dos trabalhadores. Com a consolidação progressiva no imaginário social de valores baseados no individualismo e com a competição cada vez mais acirrada, delineia-se um cenário cujo teor dominante aponta para uma divisão crescente das categorias de representação e organização coletiva dos trabalhadores, assim como para a dissolução de laços sociais e a fragmentação dos coletivos de trabalho. Além disso, o recrudescimento de tais práticas, distantes de uma perspectiva de gerenciamento que contemple a gestão coletiva das atividades, pode trazer implicações nefastas para o trabalho, posto que tendem a comprometer aquilo que a cooperação e os coletivos teriam de crucial (ou de diferencial) para a eficácia dos processos produtivos.

Como a cooperação tem se dado nas atividades de trabalho ditas formais e informais? Como os modos atuais de gestão e seus sistemas de avaliação e formação têm contribuído para a construção ou enfraquecimento das ações cooperativas no trabalho? Que requisitos são necessários à construção da cooperação? Essas e outras questões apontam para um debate assaz oportuno e urgente. Buscando estimulá-lo, esse dossiê procura reunir contribuições, baseadas em pesquisas sustentadas por dados provenientes de situações reais, que abordem variadas temáticas relacionadas à cooperação no trabalho, tais como:

  • A cooperação e sua contribuição para a eficácia e a confiabilidade dos sistemas complexos.
  • O fortalecimento da cooperação e solidariedade nos coletivos de trabalho.
  • A relação entre a cooperação, os conteúdos do trabalho, a saúde e a segurança dos(as) trabalhadores(as).
  • As implicações para a cooperação das práticas gerenciais baseadas na concorrência e prioritariamente orientadas por resultados e metas.
  • A cooperação e os sistemas individualizados de avaliação do trabalho.
  • A cooperação em espaços informais de trabalho.
  • Coordenação do trabalho e cooperação vertical.
  • Terceirização e cooperação.
  • O mundo digital e a construção de novos canais de cooperação.