Artigo incluído na revista Volume VI :: No.1 :: Julho 2010

Pesquisa Empírica

A violência laboral sobre trabalhadores/as de instituições de saúde na cidade de Córdoba, Argentina

Gabriel Acevedo1, Alejandra Farias2, Julieta Sanchez3 & Yanina Petiti4
(1) Escuela de Salud Pública, Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de Córdoba.
Enrique Barros esq. Enfermera Gordillo Gómez.
Ciudad Universitaria, 5000
Córdoba – Argentina.
geacevedo_esp@fcm.unc.edu.ar
(2) Escuela de Salud Pública, Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de Córdoba.
Enrique Barros esq. Enfermera Gordillo Gómez.
Ciudad Universitaria, 5000
Córdoba – Argentina.
afarias@fcm.unc.edu.ar
(3) Escuela de Salud Pública, Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de Córdoba.
Enrique Barros esq. Enfermera Gordillo Gómez.
Ciudad Universitaria, 5000
Córdoba – Argentina.
jsanchez@fcm.unc.edu.ar
(4) Escuela de Salud Pública, Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de Córdoba.
Enrique Barros esq. Enfermera Gordillo Gómez.
Ciudad Universitaria, 5000
Córdoba – Argentina.
yaninapetiti@yahoo.com.ar
Resumo

A violência laboral manifesta-se de diversas formas: assédio laboral, assédio sexual, discriminação, agressões. Investigações alertam para o facto de que os trabalhadores da saúde são vítimas de 25% dos eventos de violência laboral registados. Porém, na Argentina, a magnitude do problema não é bem conhecida. O objectivo deste trabalho foi o de fazer uma estimativa da frequência de violência infligida aos trabalhadores de saúde. O estudo realizado é descritivo transversal. A amostra foi seleccionada de forma aleatória. Administrou-se um inquérito a 336 trabalhadores de estabelecimentos de saúde em Córdoba. 21,2% dos respondentes referiram ter sofrido assédio laboral, 6.2% referiram assédio sexual, 8,7% agressões físicas e 28,3% agressões psicológicas. Conclui-se que a violência está presente sob diversas formas nas instituições estudadas. Na maioria dos casos estas situações não foram investigadas e os trabalhadores expressam não sentir a protecção da instituição.

Palavras-chave violência laboral, assédio sexual, assédio laboral, trabalhadores da saúde.